quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pra guardar de lembrança...


O nascimento de Davi - Relato de parto


A gestação transcorreu sem maiores contratempos. Apesar das dores e desconfortos, a pressão arterial se manteve perfeita e o diabetes gestacional não deu as caras. Tanto melhor. Porém em todas as USG's realizadas, víamos que Davi seria um bebezão. Algumas vezes, a vontade de ter um parto normal cedia lugar à frustração, porque ele resolveu quase na reta final, ficar sentadinho. O médico responsável pelo exame dizia que ele dificilmente viraria, tanto pelo tamanho quanto pelo espaço disponível para a manobra. Mas Davizinho foi astuto e sorrateiro, virou-se mesmo assim.
Estava prestes a entrar na 40ª semana de gestação e não sentia nenhum sinal de que ele viria ao mundo, mas comecei a sentir tantas dores na pelve que mal conseguia me mover dentro da minha própria casa. E algo começou a me perturbar, lá dentro. Coração de mãe, sabe? Resolvemos marcar uma nova USG para a terça-feira, dia em que eu estava com 39 semanas e 4 dias de gestação. No exame, constatamos mais uma vez que Davi seria bem grande. Mas também que tinha a circular de cordão no pescoço, coisa que havíamos visto em outros exames. Mas o pior mesmo foi saber que não tinha quase líquido amniótico e que seu coraçãozinho estava muito acelerado. Poderia a qualquer momento entrar em sofrimento fetal. O ultrassonografista aconselhou uma interrupção ainda naquela semana.
Saí da clínica direto pra maternidade. Como não fiz pré-natal particular, meu parto seria pelo SUS, com o plantonista que a sorte me mandasse. Só que eu não sou mulher de acreditar em sorte. Prefiro fazer a minha, não espero cair do céu. Mesmo porque, valha-me Deus, a Santa Casa está lotada de médicos chulé, não queria de maneira alguma cair nas mãos de um deles. A partir de então, pesquisando com pessoas que tinham contato lá dentro, descobri que no dia seguinte estariam os melhores médicos da maternidade fazendo plantão. Definimos eu e o Flávio: a quarta feira seria o dia D.

Com todos os preparativos finalizados, aguardei o dia seguinte. O Flávio ainda saiu para trabalhar pela manhã e perto do almoço retornou. Saímos de casa nós 4: Flávio, os meninos e eu. As crianças ficaram na sogra, eu e ele seguimos para a maternidade. Eu com o coração na mão me questionando se estava fazendo o correto.
Cheguei no hospital fazendo cara de dor. Estava fingindo, obviamente, mas precisava me infiltrar ali, conseguir um pouco de atenção. Fui encaminhada para o andar da maternidade, depois de uma longa espera fui chamada pela médica plantonista, a mesma que cuidou de mim nas gestações anteriores. Estudou meus laudos, me ouviu e no exame clínico, constatou que eu tinha 3 cm de dilatação. Fez uma manobra ali mesmo, o descolamento de membrana. E me mandou para um exame de cardiotocografia. Gente, e não é que imediatamente comecei a sentir cólicas e mais cólicas? Eram contrações! Entrei ali mesmo em trabalho de parto. Com o resultado da cardiotocografia, a médica veio me procurar e comunicou que eu seria internada. Meu Davi chegaria logo! Vesti meu camisolão, a sensação de ir para o abate era eminente. Eu jurava de pé junto que enfrentaria uma cesárea! E as dores, ahhh, cada vez mais intensas e próximas. Não demorou muito e as contrações vinham a cada minuto, terríveis, junto com os puxos. Em menos de duas horas eu estava banhada em suor e morrendo de dor. Muita dor!

Chamei a enfermeira, comuniquei os "puxos" e ela foi até a médica que faria meu parto. Logo pediu para me ver. Entre as enfermeiras, o comentário geral era de que eu iria para o CO, faria uma cesárea. Eu com tanta dor, o que mais queria era que tudo acabasse logo, não importava mais o tipo de parto. Mas a médica assim que me examinou constatou 6cm de dilatação e me mandou para a sala de pré-parto, onde já fui ficando peladona e me metendo sob uma ducha quentinha. O Flávio me acompanhando sempre, acho que estava meio desnorteado mas em momento algum saiu do meu lado. Lembro de muito pouca coisa desde então. Acho que a dor muito forte me fez de alguma forma sofrer alguns lapsos de memória.
Lembro que deitada na maca, gemia e urrava, os puxos vinham e eu forçava. A médica por sua vez, forçava o colo do útero, dizia que era pra ajudar, mas eu urrava ainda mais de dor. Ela pedia força, eu agarrava nas minhas próprias coxas e empurrava, empurrava... clamava por anestesia e ela se negou dizendo que eu estava indo bem. Estourou minha bolsa, pediu mais força. Até que senti o tal do círculo de fogo - quando o bebê finalmente coroa - algo que não senti no parto do Arthur por estar anestesiada.  Foi nesse instante que me bateu o desespero, afinal não estava na sala de parto e eu teria que andar até lá. Gritei, perdi o acesso do soro, saí andando com as pernas abertas e segurando lá embaixo, morrendo de medo do Davi cair de dentro de mim. O Flávio conta que parecia Macunaíma hahahaha.
Lembro de me ajeitar na mesa de parto, naquela posição maldita de frango assado, toda suja de tudo quanto é coisa que vocês podem imaginar (eu disse tudo) com a dignidade enfiada na bunda. Lembro da médica anunciando a maldita episiotomia e eu dizendo que não. Lembro ainda de ouvi-la dizer: na próxima força, ele sai. E em segundos, o puxo veio e eu senti Davi escorregar todinho pro lado de fora. A enfermeira me mostrou aquele pacotinho choroso e logo botei a placenta pra fora. Fiquei ali sendo costurada enquanto cuidavam do meu meninão. Incrível como toda a dor passou e como a minha consciência retornou. Logo ele veio pros meus braços, todo empacotadinho e juntos fomos para o quarto. Em cerca de uma hora, estava já tomando banho e cuidando do Davi. As horas que se passaram depois rendem outro capítulo, que eu chamarei de: Sobrevivi. Sim, porque ficar sozinha, recém parida, sem ajuda, é realmente questão de sobrevivência... Mas deixa para outro post, agora quero mesmo é babar no meu príncipe!

Hoje faz 15 dias!!!!










quarta-feira, 28 de outubro de 2015

E pra quem não via meus tesouros há muito tempo, aqui vão os últimos registros!






De volta pro meu aconchego...

Depois de um loooongo inverno, aqui estou eu de novo para contar as novidades. E QUE NOVIDADES!
(Por que sumiu, mamãe? Porque alguém muito levado destruiu meu segundo notebook, então por um bom tempo fiquei acessando tudo pelo celular e vamos combinar, né? Atualizar blog pelo smart é uó!)

Claro que muita gente já sabe, mas outros nem sonham. Eu vou ser mamãe de novo, gente! Mãe de três! Se você assustou, imagina eu! Quando me senti estranha e os exames confirmaram que tinha mais um no forno, não sei nem dizer o que eu senti. É uma mistureba de sentimentos sem fim, mas dessa vez o medo tomou conta de mim. Meu método contraceptivo falhou e eu sinceramente não esperava por isso. No começo foi barra. Medo da grana curta, medo da reação da família (sim, porque a família sempre aponta um dedinho no nariz da gente), medo dos amigos, de não dar conta, medo, medo, medo...
Mas aí me aparece um tiquinho desses e logo o amor nasce, né?


Pois bem. Enfrentei dedinhos em riste sim, enfrento até hoje na rua, quando saio com meus dois meninos e o barrigão, povo olha como se eu fosse uma coisa de outro mundo, satanás ou coisa assim. Olham, julgam, comentam. E eu queria muito ligar o foda-se, mas é impossível ficar indiferente à hipocrisia dessas pessoas.
Deixando essa gentalha de lado, quero contar que já entrei no terceiro trimestre da minha gestação. Estou às vésperas de entrar na 29ª semana, enorme como sempre, e esperando mais um menino.



¨Outro menino?¨
¨Não vai tentar uma menina?¨
¨Nossa, mas você não teve sorte de conseguir uma menina? ¨


Sim. Outro menino. Não vou tentar porra nenhuma (literalmente) e sorte teria eu de não ter que ouvir esses comentários babacas. Enfim, estou feliz pra burro com meu Davi e quem acha o contrário que se arda. Sério, to bem sem saco ultimamente, porque a quantidade de comentários infelizes que andei escutando me deixaram com o pavio desse tamanzin ó... Queria só deixar um recado: NÃO SOU OBRIGADA!

Por hoje é só pessoal A partir de agora, a gente vai se falando mais e eu prometo que enquanto houver notebook por aqui, vou atualizar tudo pra vocês, tá bom?
Beijinhos grávidos pra você que me esperou esse tempo todo!



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Miguel e o bolo de aniversário

Talvez muita gente ainda não saiba, mas um de meus maiores prazeres é cozinhar. E comer. Claro, porque uma coisa complementa a outra. Comecei a bater panelas aos 7 anos de idade e desde então nunca mais parei. Na gestação do Miguel, dei para fazer bolos, coisa que até então não era lá o meu forte.
Hoje, aliás, faço pães de mel especiais e alguns doces e tortas no pote para ajudar na renda doméstica, além de sorvetes, tem dado certo.
Mas o assunto de hoje não é exatamente esse, embora tenha tudo a ver.

É que amanhã, dia 7 de outubro, é meu aniversário. E todo ano acaba passando em branco, coisa que me deixa muito, mas muito chateada. Ano passado eu ganhei um bolo da madrinha, mãe e prima, porque sabe como é, eu estava de barrigão do Arthur, veio a surpresa e foi tudo de bom, mas tirando isso eu realmente fico chupando o dedo todo ano. Desde criança, nunca tive uma festinha, acho que acabou me deixando carente. Ô, dó!
Por esse motivo, resolvi usar meus conhecimentos para me dar de presente um bolo bem gostoso e bonitinho. Comecei a fazê-lo ontem e hoje finalizei. Miguel como sempre, acompanhou de perto. Ele fica sempre muito interessado em tudo, faz perguntas, pede para experimentar. E hoje o diálogo foi muito legal. Segue (já traduzido para o português, com a tecla SAP):


- Mamãe, é um bolo? Que lindo!
- É filho! Gostou?
- Sim. É pro Miguel? (ele às vezes se refere a ele mesmo na 3ª pessoa)
- Esse é pra mim, filho. Amanhã é meu aniversário.
Ele olha, sorri e logo dispara:
-É? Eu vou na sua festa! Eu, nenê, papai, mamãe.
E continua:
- É de chocolate? Que lindo! Mamãe, divide comigo?
-Como é Miguel? Você quer que eu divida o bolo?
- Miguel, papai, nenê, mamãe. Bolo de chocolate. É, eu quero.
- Claro que eu divido, meu amor - eu já estava besta com o discernimento dele - Você quer um desses no dia do seu aniversário?
-Sim. Eu vou comprar uma bicicleta cor de rosa de menina pra mamãe e eu vou comprar uma bicicleta azul de menino pro Miguel. Mãe, põe isso no meu dedo? (pedindo chantilly)
Meu menino sabe das coisas! Óiiiinnnnnnn!!!!

Precisei cantar o parabéns antecipadamente porque o Miguel quis provar o bolo.
Eis meu bolo. Receita logo abaixo.
Meu, que delícia!

E se você gostou e quer fazer igual, anote a receita:

Bolo de aniversário da Didi

Massa

  • 3 ovos
  • 100g de margarina  + 1 colher (sopa) bem cheia de margarina Qualy - veja bem, a outra margarina pode e deve ser de outra marca. A Qualy vai te garantir uma massa fofa porém firme. 
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 3 xícaras de leite
  • 2 colheres (sopa) de chocolate em pó (não é achocolatado hein?)
  • 500ml de leite morno
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • Forma redonda forrada com papel toalha (somente o fundo)


Bata na batedeira os ovos, a margarina e o açúcar até obter um creme fofo e claro. Desligue a batedeira e coloque um pouco da farinha e do leite, ligue a batedeira novamente em velocidade mínima e vá incorporando até terminar tudo. Desligue e misture delicadamente o fermento. Despeje a massa na forma e asse em forno a 200º por cerca de 40 minutos.  Deixe esfriar.

Baba de moça

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 garrafa de leite de coco
  • 3 gemas sem a película
  • 1 xícara (chá) de açúcar


Misture tudo e leve ao fogo baixo mexendo sempre até engrossar. Deixe esfriar completamente.

Mousse de chocolate meio amargo

  • 100g de chocolate meio amargo
  • 100ml aproximadamente de creme de leite
  • 150ml aproximadamente de chantilly batido


Derreta o chocolate com cuidado para não queimar. Misture rapidamente o creme de leite até obter um creme mais escuro, liso e brilhante. Incorpore o chantilly batido. Se endurecer muito, vá colocando o creme de leite até conseguir uma textura macia porém firme.


Finalização:
Desenforme e corte o bolo em 3 discos (remova o papel toalha, não esqueça rsrs).
Forre a mesma assadeira em que foi assado com filme plástico e deixe bastante sobra do plástico para fora da forma. Coloque o primeiro disco. Molhe com a calda escolhida (calda de água e açúcar fervidos, guaraná sem gás etc) e espalhe a baba de moça com generosidade, inclusive nas laterais. Cubra com o segundo disco de bolo. Molhe e recheie com a mousse. Cubra com a terceira camada de bolo, molhe. Feche com o plástico excedente tampando bem o bolo e coloque algo reto como uma tábua de corte, assadeira grande que cubra todo o bolo para fazer peso. Por cima coloque pesos, que pode ser saco de arroz, feijão, açúcar, o que vc tiver em casa.  Isso se chama prensar o bolo. Veja imagens na internet caso tenha alguma dúvida. Leve à geladeira por cerca de 8 horas.
Depois disso, desenforme o bolo e cubra como quiser. Decore a gosto. Eu usei chantilly de chocolate e placas e arabescos de chocolate.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Em tempo... 8 meses de Arthur

Vida de mãe de dois não é moleza não! Imagino mãe de 3, 4, 5... acaba que a gente não tem tempo pra mais nada! E nessa vibe toda esqueci de postar sobre, por exemplo, os 8 meses do Arthur! E sobre o corte do cabelo do Miguel...

O Tuco completou 8 meses no último dia 15. Está lindo de viver, é o verdadeiro bebê simpatia, distribui sorrisos por onde passa! Tá cada dia mais lindo! Só que ele vive chorumelando o dia todo pedindo colo e né, quem consegue? Primeiro que ele está pesando 9,200kg e segundo, porque tenho o Miguel que se morde de ciúmes e uma casa todinha para cuidar. #oremos

É um vampiro? Não, é um bebezão lambuzado de suco de beterraba!


Miguel, por sua vez, está um mocinho, do alto dos seus 3 anos e 8 meses. Pena que muito teimoso. Agora resolveu que odeia tomar banho e lavar os cabelos. Por isso, a saída foi dar adeus aos cachinhos, característica-mór do meu meninão. E não é que ficou um charme? É que ele é lindo até fazendo cocô, que dirá num corte transado de cabelo?

Fiquem com as fotos que eu vou indo. Espero que tenha escrito de forma inteligível, porque digitar com um Arthur gemendo na orelha não é muito fácil! O pensamento simplesmente FOGE!

Perigote das mulheres!


FUIIII!!!

Eu testei e... Fralda BABYSEC ULTRA - Galinha Pintadinha


Numa busca constante pelos produtos BBB - Bom, Bonito e Barato, eu vivo pesquisando novidades (ou nem tanto assim) pelas lojas e mercados da vida. Aproveitando que o Arthur é outro "fusquinha" quando o assunto é fralda (o menino não tem alergia a nada), vivo trocando de marca e comprando promoções. Lógico que com a experiência acumulada na época do Miguel, algumas marcas estão definitivamente riscadas da minha lista.

Eis que dia desses eu vi num panfleto de ofertas de uma rede local de supermercados uma marca que me chamou a atenção pelo tema (Galinha Pintadinha) e pelo preço (R$ 14,99 o pacote com 20 tamanho G).
Corri para o mercado, mas o tamanho do Arthur estava esgotado. Pesquisei um pouco na net sobre a fralda Babysec Ultra e li que as mamães andavam satisfeitas. Bingo! Era justamente o que eu queria!

Depois de uns dias voltei ao supermercado e para minha surpresa, o preço havia baixado mais ainda (R$ 12,99) e o estoque estava reposto. Encontrei o tamanho G e logo abracei o meu pacote de teste.
No dia seguinte, tive que levar o Arthur ao pediatra, logo pela manhã. Coloquei a fralda meia hora antes do horário determinado (8h30) e saí. Sabe como é posto de saúde. A coisa demora horrores e a infraestrutura é zero. Por sorte o Arthur não fez cocô e eu resolvi manter ele com a mesma fralda. Acontece que ele chegou em casa dormindo e assim ficou até as 15h30! Não me julguem! Afinal, quem troca fralda à noite se o bebê não acorda? Pense que foi mais ou menos a mesma situação. Em criança dormindo não se mexe.
Resumo da ópera, 7 horas depois, assim que ele acordou, eu fui trocar a bendita fralda colocada às 8h30 da manhã. Estava cheia porém sem despedaçar e não vazou uma gota. No dia anterior, eu havia passado por uma experiência péssima com a Pompom Protek Baby, que vazou em duas horas apenas. Nem preciso dizer que fiquei feliz da vida com a Babysec né?

O único ponto negativo, a meu ver, é que ela é perfumada. Mas dos males o menor!

Pontos positivos: preço pra lá de bacana, formato confortável, lembra a Pampers, não esfarela mesmo com muito xixi, não solta gel, tem fecho abre-fecha em velcro, possui elástico na cintura (nas costas) e revestimento suave tipo tecido - sem falar que é uma gracinha com suas estampas da Galinha Pintadinha e sua turma.
Pontos negativos: é perfumada.
Preço: entre R$ 12,99 a R$15,99


Recomendadíssima

PS.: isso não é jabá e não ganhei nada por isso. 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Falando sobre saúde - o Leite de Cabra

Apesar de ainda muito pouco divulgado para nós, hoje eu vou falar sobre um produto maravilhoso e no qual vale a pena investir: O leite de cabra Caprilat.
 Muitas de nós temos dúvidas com relação ao leite de cabra, por achá-lo um tanto quanto exótico. Tem gente pensando que causa alergias ou intolerância, o que é exatamente ao contrário. Para algumas situações, essoas alérgicas ao leite de vaca encontram no leite de cabra uma excelente alternativa. Importantes estudos apontam inclusive que o leite de cabra tem muito mais efeitos positivos em nossa saúde do que se imaginava. Ele pode, por exemplo, melhorar o uso metabólico do ferro, cálcio e fósforo, contribuindo para a melhor fixação destes minerais no organismo. O que pouca gente também sabe é que o leite de cabra é digerido mais facilmente que o de vaca. Enquanto ele leva cerca de 40 minutos para ser digerido, o leite de vaca pode ficar até duas horas até sua metabolização. Com toda essa rapidez, há menor fermentação, menor resíduo intestinal e menos gases! :-)




 LEITE DE CABRA PARA A CRIANÇADA

Agora que você leu até aqui, deve estar se perguntando sobre o motivo desta postagem. Simples: quero dividir com vocês as informações que recebi e das quais tenho feito bom uso. Você sabia, mamãe, que o leite de cabra é bastante similar ao leite humano? E que pode - e deve - ser usado no lugar do leite de vaca?
  • Além de excelente fonte de cálcio, que ajuda a prevenir a osteoporose, o leite de cabra possui o poder de combater anemia. Sem falar, claro, que é considerado hipoalergênico por conter menos caseina alfa-1. Contém alto valor nutricional e 20% menos colesterol em comparação ao leite de vaca. Fala-se também na função de prevenção de tumores. Com tantas informações e benefícios, eu já incluí na dieta da família o Leite de Cabra Caprilat. 



 Miguel adora e eu dou sem medo porque sei que estou oferecendo o melhor. E acreditem, em não viria aqui falar naquilo em que eu não acredito.
Se você ainda tem algum receio, pode começar saboreando os iogurtes à base de leite de cabra, ou ainda os famosos queijos Feta, Pirâmide, Chabichou, Saint Maure etc. Procure em sua cidade o Leite de Cabra Caprilat e aproveite todos os benefícios que ele oferece à sua saúde e a de sua família!

 Você sabia?

- Na antiguidade, já se conhecia os inúmeros benefícios do leite de cabra. Conta-se que Cleópatra tomava banhos de imersão com o intuito de embelezar sua pele.
 - O leite de cabra não é utilizado apenas como alimento. A indústria cosmética também se rendeu às suas qualidades e hoje fabrica shampoos, condicionadores, cremes hidratantes, sabonetes etc.
















 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Arthur, 7 meses

Hoje meu gordinho completa 7 meses. Incrível como o tempo passa rápido sem que a gente se dê conta disso, né? Parece que foi ontem que eu saí de casa assustada, cheia de dores, porque ele simplesmente resolveu passar pro lado de cá sem prévio aviso! A coisa tinha ficado séria, eu teria que dar conta, chupar mais essa manga!!! Pois é! E lá se vão 7 meses de muitos outros que virão. Meses não. Anos, décadas. Porque o que mais quero é que esse carinha aqui tenha vida longa e próspera. Não demora muito e esse pingo de gente já vai estar andando pela casa, fazendo a maior farra com o maninho Miguel (e meus cabelos brancos irão aparecer em profusão).
Arthur, meu anjinho, parabéns por mais um mesversário! Muita saúde pra você! Te amo muito!


terça-feira, 8 de julho de 2014

Remédio para dor

Aqui a chantagem impera, minha gente. Desde quando dor de barriga se cura no colo??? Vejam isso! 
Eu lavando louça e o Miguel encosta dizendo:
- Mãe, dá colo.
- Filho, eu to lavando louça. Espera.
- Mãe, dá colo. To cum dô baíga. 
- Vai fazer cocô então.
- Não. Dô baíga num sai cocô. Sai colo. (Explicando que a dor de barriga dele só vai se curar no meu colo).
Largo a louça de lado, vou pega-lo no colo. Sentada, claro. Eu não aguento mais o peso da criança.
- Em pé mamãe. Dá colo em pé. Igal nenê! Dá colo, mamãeeeeee...