domingo, 29 de junho de 2014

Sucos e papinhas - começando

Sempre que se tem um segundo filho, as coisas ficam bem mais fáceis em todos os aspectos. Com a alimentação não é diferente. A gente já sabe como proceder. Está sendo assim com o Arthur: não precisei ficar à mercê das orientações do pediatra, mesmo porque a consulta dele seria muito tardia com relação ao tempo certo para a introdução das famosas papinhas. Já fui, por conta e experiência próprias, introduzindo gradativamente, o suquinho, as frutinhas e a papinha salgada. Bem diferente do Miguel (como mãe compara os filhos né?) o Arthur não se mostrou um comilão. Até dá trabalho na hora do papazinho. E olha que eu sou muito caprichosa e cuidadosa com o cardápio dos meus pimpolhos, hein? Mas como diz o ditado: "água mole em pedra dura, tanto bate até que fura" e um dia, que espero não demorar, ele será o fã nº1 das delícias da mamãe!

Agora, fotos, porque é disso que nós mamães-coruja gostamos!



Papinha de banana

 
Até que ele aceitou bem a frutinha

Boca suja de papazinho

O primeiro suquinho do Tuco

A primeira sopinha (depois foi amassada para virar papa)

Alguém não curtiu a experiência da comida salgada!

Nasceuuu!!!

Chegou um mês antes do que eu estava acostumada. Não tão silencioso, fez o Tuco chorar, se contorcer e babar. O primeiro dentinho acabou de despontar naquela boquinha linda que eu não me canso de apreciar.

Lembro bem, o Miguel apresentou o primeiro dentinho aos 7 meses de vida. Também reclamou horrores, afinal a joça toda dói e coça, não deve ser muito agradável né? pelo menos não me recordo disso heheh
Já o senhor Arthur, que gosta de antecipar tudo (resolveu se implantar em meu útero ao menos um ano antes do planejado, nasceu quase um mês antes do previsto, perdeu o umbigo com 5 dias), agora resolveu perder a linda banguela antes do irmão. É, minha gente, agora ADEUS banguelinha! Vou sentir tanta saudade disso! Mas a vida é assim, sempre evoluindo e jamais regredindo, né?
Arthur tem 6 meses agora. Nesta semana ele quis morder meu dedo e no meio de toda aquela babação, percebi uma coisa durinha, como uma pontinha de prego, espetando pra valer. A outra novidade é que Tuco já está comendo papinhas doces e salgadas (embora não tenha curtido nenhuma delas). Definitivamente, cadê meu bebezinho???

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A primeira festa junina do Miguelin

Santo Deus! Estava espiando, já faz quase um mês que não dou as caras por aqui! Pudera! Miguelin tá de férias, o Arthur anda num fogo total (junta doença+dente nascendo+carência) e eu sou uma só. Falta braço pra tanta criança! Mas isso é assunto para outra postagem, tá?
Agora quero mostrar a primeira festa junina do meu anjo Miguel. Nem preciso dizer que ele curtiu muito, dançou até (eu pensei que o bichinho travaria na hora H, que nada!
Apreciem sem moderação!!!

Já tenho filhos com bigode! 

Avancêêê! Tour!!!!

Com a professora querida!

Pescaria para ganhar a prenda


segunda-feira, 16 de junho de 2014

A saga do bolo dos 6 meses

Para o Miguel, talvez pelo encanto que o primeiro filho traz, também pelo dinheiro e tempo disponíveis, a questão é que a cada mês completado, eu fazia um bolo para comemorar. Foi assim até  primeiro ano de vida.
Mas o Arthur, coitado, chegou em tempo de vacas magérrimas e sempre tinha um empecilho para o tradicional bolinho de mesversário. Até que eu consegui um tempinho extra, juntei uns ingredientes e tchanããããm: fiz o bolo de 6 meses. Não foi fácil completar a missão. Afinal, o Arthur quase não dorme durante o dia e o pai não quer saber de maneira alguma de cuidar dele. Acabou que eu levei um dia inteiro para bater e assar o bolo, esfriar, rechear e cobrir.
E quando tudo ficou pronto, já passava das 22 horas e o aniversariante tinha sido vencido pelo cansaço.
...
#fail

Eu e meu bolo fail.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

CONTO DE UMA NOITE DE MÃE (fato verídico)



Uma noite. Duas. Três. Quatro, cinco, seis, sete... perdi as contas. Acho que já passa de duas semanas nessa vida loka. Arthur decretou, não dorme à noite. Nem eu. Vou contar como tem sido por aqui. Em especial, como foi essa última noite para mim.
O pobre pai dorme no sofá gelado e duro, já que a cama acabou ficando pequena para a mãe, um bebê e uma insônia. Ele precisa se refazer para enfrentar o dia de trabalho.
Eu protelo ao máximo a minha ida para a cama, já traumatizada, porque sei que nem deitar direito poderei. O frio come solto madrugada adentro e eu ali, fazendo as vezes da plantonista "incansável". Arthur deseja mamar. Cochila, mas logo acorda, parece assustado. Às vezes se acalma logo, noutras é como se fosse tomado por um terror. E chora, chora. De repente, a calmaria. Não nesta última noite, mas às vezes até o Miguel sai da cama incomodado com tanta balbúrdia. O relógio não perdoa, não para, o tempo vai avançando e eu confesso que às vezes eu desejo mesmo que aquilo acabe e o dia amanheça logo. É muita tortura. Frio. Sono. A cabeça dói, o corpo moído, os olhos insistem em fechar, as pálpebras pesadas, colando. Mas o Arthur continua ali, meio tirano até, me proibindo o tão necessário descanso. Algumas vezes o terror termina às 6 da matina, e eu posso dormir umas 2 horas com sorte. Hoje não foi assim. Arthur permaneceu acordado. 7 horas. 7 e meia. 8 da manhã. Miguel levantou duas vezes e eu enérgica, mandei ele voltar para sua cama. Cedo demais. Frio demais, chuva. Eu não poderia arcar com duas crianças mal humoradas. Preparo uma inalação para o Arthur, ele está resfriado. Herança do Miguel. Depois que começou a frequentar a escolinha, nunca passou mais de uma semana sem que o nariz escorresse, ou que tivesse uma tosse chata. Me avisaram!
Inalação feita, ele começa a soltar pum, tem um pouco de cólica. Quer meu colo. Quer mamar. Resolve brincar, mas logo chora. Ouço lá no outro quarto, Miguel se bater na cama, fungar. Acho que ele está acordando de novo. Catso! Como é difícil! Isso não ensinam na escola! Continuo ali, firme e forte: nana nenê, nana! Finalmente, Arthur relaxa e começa a ficar mais molinho, adormece. Eu ajeito ele no cafofinho ao meu lado na cama. Me cubro com o edredom, estico meus cambitos. Ahhh, delícia. Que sensação maravilhosa, tão quentinho e...

"-Mamãe, mamãe! Qué vê gainha!"

Não tem jeito. Salto da cama, ainda tento negociar: "Vamos deitar eu e você lá no seu quarto. Vamos dormir abraçadinhos." Mas não tenho sucesso. Ele quer brincar, quer ver TV. E eu, bem... eu tenho um longo dia pela frente, casa suja, roupa para lavar,crianças precisando de uma mãe disposta (cadê ela?). 

domingo, 1 de junho de 2014

Overdose de fofura

Oi, pessoas! Tudo bem com vocês?
Aqui tudo joinha! Miguel fanfarrão como sempre e Arthur crescendo rapidão! Mas como ele está agora em meu colo e eu detesto escrever com apenas uma mão, o post de hoje é só de fotos. Tenham todos vocês uma overdose de fofura!!!
Bom começo de mês!

1ª bananinha do Tuco: será que ele gostou?

Miguel indo pra escola.
Chorão lindo!
Boleiro!
Com as roupas herdadas do mano.

Todo independente na van escolar.
Banho é bom!
Caubói
Minhas crias


Eu que fiz!



sexta-feira, 25 de abril de 2014

A primeira infecção a gente nunca esquece


Na última quarta-feira, dia 23, o Arthur amanheceu ardendo em febre. Chorava muito. Em várias tomadas de temperatura, o termômetro acusava 39 a 39,6 graus. Muito alta, ainda mais pra um bebê de 4 meses. A verdade é que dias antes, ele vinha chorosinho, pra não dizer puto mesmo, mas eu pensei que era resultado das vacinas dos 4 meses, que são agressivas e deixam a criança irritadiça.
Como não havia febre e nenhum outro sintoma, não liguei mesmo. Mas essa explosão de temperatura me deixou assustada. Pensei até em dengue, porque Jaú passa por uma epidemia monstruosa da doença e aqui em casa, tanto eu quanto o Flávio tivemos.
Bom, a questão é que o hospital que atende os "dengosos" só abria após o almoço. Dei um antitérmico nele e aguardei.
Passamos a tarde toda no hospital, havia mesmo a suspeita de dengue, mas também para infecção urinária.
Fizemos nele exames de sangue e urina, com pedido de urgência para os resultados. Com os números em mãos, eu mesma constatei que ao que tudo indicava, tínhamos ali uma bela infecção e a dengue poderia ser descartada. Como o dia já havia terminado e os médicos foram todos embora (o hospital atende apenas das 13 às 17h), precisamos nos deslocar para outra unidade de saúde, pelo menos tínhamos em mãos os exames. Uma nova pediatra o atendeu e confirmou a infecção. Resumo da ópera: 10 dias de antibiótico e novos exames após esse período.
Ao que tudo indica, Arthur já respondeu bem ao tratamento. O que me espanta é que em 4 meses, ele já teve tosse, coriza, infecção de urina, isso sem falar no susto que nos deu com poucos dias de vida (e também pelo fato de ter nascido quase um mês antes do previsto). Não querendo fazer comparações, mas já fazendo, o Miguel não dava trabalho nesse aspecto. Era e é, muito forte! Eu brinco que ele é um Fusquinha: é só abastecer e sair rodando! Já o Tutis é mais delicado.
O segredo disso tudo é um só: sempre manter a calma e tudo fica mais fácil. Uma mãe medrosa, nervosa, atrapalha ao invés de ajudar. Os filhos percebem!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Trabalho Mais Difícil do Mundo

Está rolando na net um vídeo muito interessante. Trata-se de um recrutamento para uma vaga inusitada de emprego, onde o candidato deverá ter noções de culinária, executar trabalhos braçais incessantes e até manjar de medicina. 24 horas por dia, 7 dias na semana, todos os dias do ano, sem direito a feriado e muito menos ficar doente. Refeições só quando der e se der. Uma verdadeira loucura, não? O mais surpreendente está por vir: sem receber um tostão furado!

E saber que tem tanta gente mergulhada nesse desafio, incluindo euzinha!



Profissão: MÃE!





segunda-feira, 17 de março de 2014

O tratamento do Tutu

Esses dias estão muito tumultuados aqui em casa. Total e geral.
Eu com virose ioiô. Vem e vai. E vem de novo. E vai...
Miguel com virose. Já passou. Ufa. Dá-lhe cueca com freada, minha gente!
Papai com dengue.
E o Tutu, ainda que bem de saúde, está se tratando. Lembra do torcicolo congênito? (Ai, será que eu citei isso?)
Entonces... Arthur precisa de fisioterapia e as sessões propriamente ditas começaram hoje. Ele chora um bocado, é preciso interromper os procedimentos a todo instante para dar colo e acalmar a ferinha, para só então dar continuidade. E o pior, tudo isso em apenas meia hora. Juro, demoro mais para fazer o trajeto até o local onde é feita a terapia do que a coisa em si.
Com os exercícios, ele deverá recuperar o movimento normal do pescoço e também obter a normalização do crânio (o fato de ficar muito tempo apoiado de um lado só achata a cabecinha).
Amanhã teremos pediatra e vacinação. Semaninha cheia a minha!
Ah, e pra concluir, Arthur completou 3 meses no último dia 15. Vejam como está lindo esse meu neném!



terça-feira, 4 de março de 2014

É duro ser PLUS!

Quem me vê hoje mal imagina que há cerca de uma década atrás eu era o que hoje a mídia e a moda consideram como um modelo de beleza: seca e arreganhada. Mas alguns fatores contribuíram para que meu metabolismo mudasse a ponto de eu ganhar mais de 30 kg. Hoje não me considero obesa, mas sim, tenho o peso considerado acima do ideal, ainda mais depois de ter enfrentado dois partos. Não tem corpo que aguente, principalmente quando não se tem a oportunidade de cuidar do corpo com alimentação super balanceada e academia. Eu como o que tem, quando dá e meu exercício é levantamento de bebê, arremesso de fralda e dança da vassoura.
Acho que uma das piores coisas quando seu corpo não está dentro dos padrões é na hora de comprar roupas. Pelo menos quem tem noção do ridículo, corta um dobrado nessa hora.
No último final de semana, saímos para comprar algumas peças de roupa, incluindo as íntimas. Eu juro, passei por 5 lojas e não encontrava nada que me servisse - ou que ficasse ao menos apresentável. Se havia uma peça bonita, a numeração oferecida era baixa. Nunca a minha. Calcinhas? Todas minúsculas, daquelas que somem no meio da sua abundância. Pior é que na moda tudo é extremo: ou se tem coisas lindas mas com numeração de cocota, ou se tem roupa da tia, para as mais cheinhas. Calcinhas, ou são pequenas lembranças de tecido, praticamente tapa-sexos, ou então aquelas coisas gigantescas tipo "biruta de aeroporto".
As opções realmente legais para quem está com um "Q" a mais sãomuito escassas! É preciso andar muito, fazer bolhas nos pés até encontrar algo que realmente vista bem, valorize seu PLUS, sem ser antiquado.
Peraí, gente, eu não quero sair à rua vestindo bermuda de cotton e camisetão do marido! Eu quero usar vestidos que me valorizem, calças e shorts com bons cortes, blusas que levantem o meu astral! Lingeries que me deixem femininas, e não sacos que escondem tudo, até minha auto-estima!
Aos fabricantes, fica aqui a minha dica! Saibam separar peso da faixa etária e todo mundo fica feliz!