Daí que foram várias tentativas frustradas - e frustrantes - de desfraldar o Miguel. Por diversos fatores, do econômico ao emocional, eu bem que tentei mas ao perceber a falta de maturidade dele em aceitar o novo desafio, eu recuei. Sim recuei conforme sites especializados orientam, porque segundo dizem, forçar a situação é pior, gerando ansiedade na criança. Eu também não estava preparada, confesso. E o tempo foi passando, algumas tentativas e nada.
Acontece que ano que vem, Miguel vai pra escolinha e na hora de conhecer a instituição, levamos um tapa na cara, ou melhor, um murro no estômago: não aceitam crianças com fralda. Eu esbravejei, onde já se viu? Isso é discriminação! Não podem forçar a barra. E as crianças que demoram mais para sair das fraldas, ficam de fora da escola? Absurdo!
Naquele mesmo dia, enfezada, tirei a fralda do Miguel e o deixei pelado. Mas o que se sucedeu foi um festival de mijadas e mais mijadas no chão, tapete e onde mais a sua imaginação, querido leitor, mandar. Porque ele mais parecia um cachorrinho mijão do que uma criança. Pedir pra fazer? Ehhhhrrrr, não. Sentar no vaso? Ehhhhrrrrr, não. Nem no penico, nem em lugar nenhum. Liberdade pra mijar sem dó nem piedade é o que tinha pro dia. Eu não suportei meio dia nessa lambança. Além do mais, eu com esse barrigão final de gestação, limpando mijada o dia todo, não iria acabar bem. Desisti mais uma vez. O Flávio viu também que não estava dando certo. E ficou até com pena de mim. Prometeu me ajudar. E ajudou.
O DESFRALDE
1º DIA
Foi ontem, domingão, que ele tirou pela enésima vez, a fraldinha do Miguel. E o acompanhou ao banheiro o dia todo. Como por um milagre, o Miguel fez TODOS os xixizes e ainda um cocô, tudo dentro do vaso. Sem escape, sem xixada em lugar impróprio. Tudo como se ele já soubesse fazer isso há muito tempo. Coisa linda de se ver. Até dormiu sem fralda à tarde, sem fazer caquinha. Só colocamos para sair porque daí já é pedir muito logo no primeiro dia. Sucesso total! Fico agora me perguntando se a tal "maturidade" surgiu assim da noite para o dia ou se simplesmente o Miguel se sentiu mais seguro com o pai. Mistério.
2º DIA
Hoje, segunda-feira e segundo dia do desfralde. Eu encarei tudo sozinha, sem a ajuda do pai, mas nem precisou. Miguel mais uma vez surpreendeu. Mijou o dia inteiro dentro da privada, eu nem preciso dizer a ele que vá ao banheiro. Ele sente vontade, sai de onde estiver e vai fazer o serviço. Rolou até cocô! Vejo muitos relatos de desfralde onde a criança fica com o intestino preso, mas com o Miguel tudo está muito bem!
3º DIA
Depois de dois dias maravilhosos, Miguel resolveu botar um pouco de emoção na coisa. Estava tudo muito perfeitinho para ser verdade, né? Então ele resolveu fazer um xixi no tapete da sala e outro na cueca (eu resolvi botar cuequinha mas ainda não está dando certo). O segundo xixi molhou a cueca, escorreu pelas pernas, molhou o fio do aspirador de pó de o chão do quarto limpinho que eu acabara de limpar. Aquilo me deu uma quentura por dentro, uma raiva, um tudo... enfim, dizem que faz parte. E o cocô nem deu as caras por hoje. Pelo menos não até agora.
Ainda pra piorar, ele deu de ficar potchando a bunda na água do vaso e depois sai pingando pela casa. Ai, que paciência que a gente precisa ter né?
Daqui a pouco a gente bota a fralda noturna e a saga do dia termina.
4º DIA
Hoje, quarta-feira, foi um daqueles dias bacanas novamente. Mais uma vez Miguel se portou como um gentleman e fez seu xixi no banheiro. Todas as vezes, sem escape. E mais: hoje ele usou cuecas! Passou a tarde na casa da avó e fez tudo direitinho. À noite, fez bastante cocô na privada, e embora tenha esfregado merlin na tampa do vaso, ponto pra ele.
5º DIA
Mais um dia bacana no desfralde aqui em casa. Acordou bem cedo e já pediu pra tirar toda a roupa pois queria fazer xixi (vale lembrar que hoje a fralda estava intacta, sem nada de xixi). E lá foi ele todo faceiro mirar a pistola no vaso. Depois, pediu pra vestir uma cueca. Escolheu uma com carro azul e ficou 10 minutinhos, mas já quis novamente ficar peladão. Tudo bem, a cueca era branca mesmo (eita, isso é o fim).
O dia todo fez xixizinho no lugar certo. Mas a vedete da vez foi o cocô que ele fez, depois saiu pela casa com uma bolota pendurada, que liberou no chão da cozinha. Aproveitou e limpou o furico com o dedo. Só faltou esfregar na parede. Pra corrigir essa caca toda, só um banho.
No fim do dia, mais um cocô blaster no vaso.
O engraçado é que ele quer privacidade nessas horas, não permite que fiquemos ali observando e muito menos quer ajuda.
Agora ele tomou conta da privada. Não quer ninguém usando. Basta sentar nela e ele vem todo afobado expulsar, alegando que é só dele. Tá bom então, vou ter que fazer xixi no ralo do quintal ahahahahahahah...
6º DIA
Sexta-feira suave, sem acidentes. Todos os xixizinhos dentro do vaso, cocozinho também. Acordou com a fralda noturna sequinha.
7º DIA
Como nem tudo são rosas, hoje teve escape de xixi. Precisamos deixar o Miguel na vovó para irmos a uma confraternização de final de ano da empresa onde o Flavio trabalha. Lá na vovó ele decidiu que iria fazer xixi na cueca. Fez alguns, dois ou três, não sei bem ao certo. Mas chegando em casa, tudo voltou ao normal. Ele dorme durante o dia sem fralda.
Esse foi o balanço geral da primeira semana de desfralde. De tudo o que andei lendo por aí, acho que tivemos um altíssimo índice de satisfação e sucesso, sem stress, o que é melhor.
A partir de agora, vou relatar semanalmente o desfralde durante um mês, que é o tempo em que geralmente consideramos o desfralde concluído.
Deixo às mães que estão no mesmo dilema, o meu recado: não se importem com o que dizem as pessoas que estão de fora. Importe-se apenas com os sinais que o seu filho(a) lhe dá. Forçar a barra só causa stress a você e à criança e se o tempo não for respeitado, a situação pode até piorar. E por fim, muita paciência, calma, que tudo se ajeita! Boa sorte!
Cozinheira, bagunceira, mulher sem eira nem beira. E agora, mãe de terceira viagem! Conheça meus medos, desejos e alegrias no convívio com o Miguel, Arthur e o novo integrante da família, Davi.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Hidratando tudo
Ontem à noite, um vendaval de cerca de 30 minutos, além de algumas árvores e placas tombadas, trouxe também muita terra para as casas dos jauenses. Na minha não foi diferente.
Hoje então acordei cheia de determinação, apesar da limitação que a barriga grande já me impõe, e tratei de limpar toda a sujeira. A casa ficou toda limpinha por dentro, mas...
Mas eu tenho o Miguel, e ele não é o maior amigo da limpeza e da organização. Logo ele tratou de aprontar uma das grossas. Abriu o guarda-roupas, encontrou meu frasco master de creme hidratante, arrancou a tampa e veio fazendo um caminho do cosmético, que começou no meu quarto, passou pelo corredor, cozinha e veio terminar na sala. Lambuzou além do chão, o tapete, o sofá, as cadeiras da mesa de jantar. Pra completar o quadro, sujou a própria roupa e passou hidratante nos cabelos.
Indignada (não, eu não achei graça nisso tudo), saí limpando a melequeira toda, troquei sua camiseta, lavei suas mãos, limpei sua cabeça como deu. Tá beleza, pensei...
Mas algum tempo depois, o Pierre veio me agradar e quando fui acarinhar sua cabeça, tanããã: ele estava com os pelos besuntados de hidratante! Sim, meu pequeno tufão fez uma "hidratação especial" no gato.
Pois é, quem tem filho em casa, não tem monotonia. Miguel é a prova viva disso. Moleque danado!
terça-feira, 16 de julho de 2013
Mas e o Miguel?
Ando focando na nova gestação e não dediquei uma vírgula ao meu gostosãozinho, né? Ô, pecadinho! Mas a verdade é que no dia-a-dia, meu foco maior continua sendo o Miguelito sim, mesmo porque ele precisa muito de mim e também não deve se sentir excluído da situação. Pelo contrário, ele já sabe da novidade e até distribui umas bitocas na minha barriga. Quando vai dormir, dá boa noite pra mamãe e pro nenê. Coisa rica, adoro isso!
Miguel acabou de completar 2 anos e 7 meses. É um mineirinho, come quieto. Quero dizer, ele não é muito de falar, prefere fazer. Ainda que num ritmo mais light, tem aprendido novas palavras quase que diariamente e tem muitas tiradas gozadas, sabe cores, nomes de animais, objetos, veículos, desenhos, reproduz sons a partir da imagem, apesar de sempre ter um engraçadinho fazendo comparações de que o filho do fulano faz isso e aquilo, diz isso e aquilo lá. Ele tem o tempo dele e eu respeito isso. Miguel é inteligente, tinhoso, ativo, carinhoso, se desenvolve plenamente a cada dia e isso me deixa pra lá de orgulhosa. Sem falar que é lindo né? Vejam as fotos do meu Buzuzú:
Miguel acabou de completar 2 anos e 7 meses. É um mineirinho, come quieto. Quero dizer, ele não é muito de falar, prefere fazer. Ainda que num ritmo mais light, tem aprendido novas palavras quase que diariamente e tem muitas tiradas gozadas, sabe cores, nomes de animais, objetos, veículos, desenhos, reproduz sons a partir da imagem, apesar de sempre ter um engraçadinho fazendo comparações de que o filho do fulano faz isso e aquilo, diz isso e aquilo lá. Ele tem o tempo dele e eu respeito isso. Miguel é inteligente, tinhoso, ativo, carinhoso, se desenvolve plenamente a cada dia e isso me deixa pra lá de orgulhosa. Sem falar que é lindo né? Vejam as fotos do meu Buzuzú:
segunda-feira, 4 de março de 2013
Por um mundo mais colorido
Eu confesso: até outro dia mesmo eu relutava com a idéia de permitir que o Miguel chegasse perto de um giz de cera ou um tubinho de tinta. Imagine você a bagunça e a sujeira que ele faria com essas armas em mãos! Sem falar que ele tem fetiche por comer coisas desse tipo, se é que me entendem.
Mas como tudo tem um começo, me encorajei a entregar uma caixa de giz de cera que ele ganhou quando ainda morava aqui no meu forninho. Chegou a hora - pensei. Mas ele comeu metade, e a outra, ele quebrou. Mas não me dei por vencida e resolvi comprar outros, de grosso calibre. Deu certo! Ele não consegue morder nem quebrar! Mas rabisca meu porcelanato que é uma beleza. Principalmente quando a gente acaba de limpar o chão, com produtos de ultima geração, que o piso só falta falar de tão bonito que fica. E dá-lhe giz de cera pra escangalhar com tudo. E mais meia hora de joelhos no chão limpando a meleca. Mas ele fica tão feliz...
Outro dia o Flávio me apareceu com uma caixa de tinta para crianças, conhecida como "pintura a dedo". Já eu diria pintura corporal mesmo. Veja por que:
Eu havia dado ao Miguel uma folha de papel sulfite, mas ele preferiu deixar sua arte aflorar em outras telas - o chão e seu corpo - e por conta disso, eu que era toda certinha com essa coisa de limpeza, percebi que mais vale a alegria dele do que uma casa impecavelmente limpa. O que precisa ser assim é um centro cirúrgico! Não que eu viva agora num chiqueiro, não é isso, mas eu descobri que isso o alegra e desenvolve seus sentidos. Eu não vou tirar isso dele jamais! Mesmo porque depois dessa alegria toda, é só limpar tudo outra vez. E viva a criatividade! E viva o pano de chão, a água e o sabão!
Mas como tudo tem um começo, me encorajei a entregar uma caixa de giz de cera que ele ganhou quando ainda morava aqui no meu forninho. Chegou a hora - pensei. Mas ele comeu metade, e a outra, ele quebrou. Mas não me dei por vencida e resolvi comprar outros, de grosso calibre. Deu certo! Ele não consegue morder nem quebrar! Mas rabisca meu porcelanato que é uma beleza. Principalmente quando a gente acaba de limpar o chão, com produtos de ultima geração, que o piso só falta falar de tão bonito que fica. E dá-lhe giz de cera pra escangalhar com tudo. E mais meia hora de joelhos no chão limpando a meleca. Mas ele fica tão feliz...
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| Ficou bonito? |
Outro dia o Flávio me apareceu com uma caixa de tinta para crianças, conhecida como "pintura a dedo". Já eu diria pintura corporal mesmo. Veja por que:
| Corpo pintado para a guerra! |
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O apagão
Um momento de merda, assim eu posso classificar o que aconteceu no apagão da última segunda, dia 18.
Então que o calor de 40 graus à sombra daquele dia trouxe ao final da tarde uma baita chuva, com muitos raios e trovões e com ela, veio o apagão. Já estava escurecendo eu sozinha em casa, com o filhote.
O Miguel, que não é lá muito fã de chuva, se apavorou com o escuro e o barulhão, começou a chorar copiosamente, então eu tive que me virar. Abri o celular, procurando iluminar a casa, em busca de uma lanterna. Mas o Flávio havia usado a bichinha e não devolveu em seu lugar. Fiquei sem. Velas eu não tenho, logo me restou acender o fogão. Mas o apagão já durava cerca de meia hora, escuridão total nas redondezas e eu resolvi ligar pra CPFL. O que eu não vi no meio da confusão toda, é que o Miguel havia cagado e tirado a fralda, então quando o peguei no colo, aquele cocozão que estava entre as nádegas dele colou em meu braço. Imagina só eu com um baita tarugo grudado, na linha com o atendente, xingando pacas a merda no braço e o apagão, o Miguel rebolando por cima, e então pra coroar tudo, acabou a bateria do meu celular. Fiquei sem protocolar o pedido de conserto ou sei lá o quê, na escuridão e agora, embosteada e fedendo horrores. Tá bom, e agora?
Corri pro banheiro, no escuro mesmo, e tirei a bosta do meu braço e da bunda dele, do jeito que deu, tateando. Na cozinha, iluminada pela chama do fogão, fiz Miguel deitar no chão e eu botei de improviso uma fralda pra ele não melar mais nada. Aí vi que também tinha bosta no chão. Legal, pensei... Mas não havia tempo para xingar e me descabelar. A situação do escuro era péssima, o Mi não dava trégua no choro e minha cabeça ia explodir de tanto nervoso.
O carro! Claro, o carro! Acendo os faróis e tudo fica bem! Então me dei conta de que meu carro ainda estava na rua! Passei a mão nas chaves, desliguei o fogo e saímos nós dois, debaixo de chuva. Entrei no carro, acendi farol alto, o limpador de pára-brisa (tenho agonia de vidro molhado), acendi a luz interna, liguei um som.
Nisso, apareceu uma moça num Passat branco, apavorada. Estava perdida no meu bairro (Oh, novidade), e naquela escuridão não conseguia encontrar a saída.
Pedi para que me seguisse e a conduzi pelo caminho correto, coitada...
Quando voltei, guardei o carro na garagem e mantive os faróis iluminando a sala. Em 10 minutos, tudo voltou ao normal.
Isso durou uma hora!
Agora eu me pergunto, é Lei de Murphy?
Essas coisas só acontecem quando você está sozinho?
domingo, 30 de dezembro de 2012
Um dia no sítio
Acho que toda criança sonha em passar um dia assim, juntinho com a natureza, correndo livre, brincando muito. E esse dia chegou para o Miguel como um presentão de Natal., bem do dia 25 de Dezembro.
O sítio é dos meus avós lá em Bariri, minha terra Natal. Resolvemos fazer uma visita à minha família e na volta, passamos pelo sítio, onde eu vivi momentos memoráveis da minha infância. Todo santo domingo - era sagrado - eu ia para o sítio e passava o dia inteiro pulando pelos pastos, feito uma cabritinha nova, hahahahah. E com o Miguel foi a mesma coisa. Logo de cara, fez um amigo canino (o Scooby) que não largou do pé dele um instante sequer. Fez carinho na vaca, correu atrás das galinhas (as verdadeiras popós), se esbaldou na grama verdinha. Chegou em casa imundo, com terra até na orelha, mas valeu a pena. Vejam a alegria do menino!
O sítio é dos meus avós lá em Bariri, minha terra Natal. Resolvemos fazer uma visita à minha família e na volta, passamos pelo sítio, onde eu vivi momentos memoráveis da minha infância. Todo santo domingo - era sagrado - eu ia para o sítio e passava o dia inteiro pulando pelos pastos, feito uma cabritinha nova, hahahahah. E com o Miguel foi a mesma coisa. Logo de cara, fez um amigo canino (o Scooby) que não largou do pé dele um instante sequer. Fez carinho na vaca, correu atrás das galinhas (as verdadeiras popós), se esbaldou na grama verdinha. Chegou em casa imundo, com terra até na orelha, mas valeu a pena. Vejam a alegria do menino!
sábado, 15 de dezembro de 2012
A comemoração
Como devem saber, meu marido está desempregado e eu estou procurando um emprego. As unhas não deram muito certo, porque realmente eu tinha pouco tempo para me dedicar à profissão. Não decolou. E isso tudo interferiu profundamente na hora de fazer uma festinha. Hein? Mané festinha, com que dinheiro?
Então, foi no dia do niver do Mimi mesmo, que a avó e a tia dele apareceram aqui em casa com uns comes e bebes. E eu tinha uns balões que sobraram da festinha de 1 ano do Miguel. Limpei a garagem, botei a mesa da sala de jantar, pendurei uns enfeites e voilá! Eis a festinha de 2 anos. Sem dinheiro, mas com muito amor!!!
Então, foi no dia do niver do Mimi mesmo, que a avó e a tia dele apareceram aqui em casa com uns comes e bebes. E eu tinha uns balões que sobraram da festinha de 1 ano do Miguel. Limpei a garagem, botei a mesa da sala de jantar, pendurei uns enfeites e voilá! Eis a festinha de 2 anos. Sem dinheiro, mas com muito amor!!!
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